LINUX
NEWBIE
ADMINISTRATOR
GUIDE
ver. 0.154 2001-09-02 by Stan, Peter and Marie Klimas
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Parte 4.4: FAQ do Administrador
Novato em Linux FAQ - Configurações Básicas
Conteúdo:
4.5
Configurações Básicas
4.4.1
Como configurar minha placa de som?
4.4.2 Como configurar minha
impressora?
4.4.3 O
Word Perfect 8 não tem um driver para minha impressora
4.4.4 Arquivos de Configurações
4.4.5 Arquivos de
dispositivos
4.4.6 Alguns
daemons
Tente rodar(como root)
sndconfig
A menos que você tenha uma placa pouco comum isto funcionará para você. Ao fim desta configuração, Linus mostrará como ele pronuncia a palavra "Linux". (No RedHat, "sndconfig" pode também ser executado através do utilitário setup--execute setup . )
Você pode testar sua placa de som e o cdrom usando o cdplayer de linha de comando. Coloque um CD de música no CDROM e execute:
cdplay
Se isto não funcionar, talvez você não tenha /dev/cdrom? Verifique se você um CD de dados como root (veja aqui) e crie o dispositivo /dev/cdrom fazendo um linkj para o drive apropriado (normalmente /dev/hdb), por exemplo:
ln -s /dev/hdb /dev/cdrom
Se cdplay funciona para o root mas não funciona para um usuário comum, você precisa dar (como root) a todos as permissões para leitura e gravação ao arquivo /dev/cdrom ou rever as permissões em /mnt/cdrom, ou modificar /etc/fstab como já explicado anteriormente, por exemplo.:
chmod 666 /dev/cdrom
(O diretório /dev é onde todos os seus dispositivos aparecem como arquivos.)
Para tocar a terceira canção, execute:
cdplay play 3
Você pode também usar o comando cdp para ter uma interface rudimentária de linha de comando para o cdplay, mas talvez você prefira as interfaces disponíveis sob o X-windows(por exemplo, a partir do menu K do KDE escolha: Multimedia-"CD Player").
Para parar a musica pressione o botão de seu CDROM ou execute um destes comandos:
eject
cdplay stop
Localização de problemas. Se você estiver tendo problemas com a placa de som, a instalação manual é uma opção. Eis aqui minha configuração para uma placa de som compatível com SoundBlaster16 que persistentemente tocava a meia velocidade por que ela tinha sido detectada incorretamente. O recurso a ser lido é /usr/src/linux-xxx/Documentation/sound (espero que você tenha instalado o código fonte do kernel, assim você tem a documentação). O arquivo a ser editado é /etc/modules.conf. A linha critica neste arquivo (depois da edição manual) é:
options sb esstype=1688 io=0x220 irq=5 dma=0 dma16=5 mpu_io=0x330
A mudança que eu fiz foi inserir a opção "esstype=". Depois da modificação faça uma partida a frio de seu sistema, ou seja, saia do sistema, desligue e religue a maquina.
A partir da tela de login gráfico, faça login como root. Se o X-windows não estiver rodando, inicie-o com o comando (como root):
startx
Leia aqui se o seu X-windows ainda não está configurado corretamente.
Inicie um terminal X (talvez clicando o botão adequado) e execute:
printtool &
Este programa faz uma configuração completa da impressora, você tem que preencher as informações sobre o tipo de sua impressora e aonde ela está associada.
A especificação da porta correta da impressora é a parte mais importante. Se você não sabe qual porta é tente::
No RedHat 5.2: lp1 (esta é a primeira porta paralela no RH5.2 ) ou lp2 (esta é a segunda porta paralela no RH5.2) ou lp3 (esta é a terceira porta paralela no RH5.2); no RedHat 6.0 (ou posterior): lp0 (esta é a primeira porta paralela no RH6.x) ou lp1 (esta é a segunda porta paralela no RH6.x) ou lp2 (esta é a terceira porta paralela no RH6.x). Depois de fazer o upgrade de RH5.2 para 6.0, a impressora parou de funcionar porque o nome das portas paralelas mudou. Eu tive que reexecutar o utilitário printool e ajustar a porta. A numeração das portas mudou para ficar de acordo com a numeração de outros dispositivos, os quais sempre começam com 0.
Tente imprimir uma página de teste ASCII diretamente para a porta. Somente quando isto funcionar configure o resto.
Se você está configurando uma impressora remota, tenha certeza que sua maquina tem as permissões para usar esta impressora, As permissões são estabelecidas no arquivo /etc/hosts.lpd (mais seguro) ou /etc/hosts.equiv (menos seguro) na maquina na qual a impressora está ligada fisicamente. Estes arquivos simplesmente listam os nomes dos computadores remotos que podem usar uma impressora local, um nome de computador por linha. O meu contem o seguinte:
hacker
mars
O arquivo /etc/hosts.lpd não existia em meu sistema, eu o criei.
Para obter mais rapidamente informações a respeito das impressoras em sua maquina você pode ver o arquivo /etc/printcap :
cd /etc/
cat printcap
Eis o significado de alguns códigos que existem no arquivo /etc/printcap:
|
: |
Separador de campos (separa as entradas no arquivo). |
|
\ |
(no fim da linha) Continuação na próxima linha. |
|
lp |
Nome da impressora. "lp" é o nome da impressora padrão em sua maquina. As impressoras subsequentes frequentemente, por default, recebem os nomes lp0 ou lp1, ... (ou qualquer que seja o nome que você gostar) mas isto não deve ser confundido com os nomes dos dispositivos(portas paralelas) aos quais elas estão conectadas. |
|
sd=/var/spool/lpd/lp |
Meu diretório de spool (sd). |
|
mx#0 |
Tamanho máximo dos trabalhos de impressão em blocos. "0" significa nenhum limite. |
|
sh |
Eu quero que os cabeçalhos sejam suprimidos (sh). Cabeçalho é a pagina com seu nome que é impressa antes do trabalho de impressão (desperdício de papel se você imprime em casa). |
|
rm=mars |
Nome da maquina remota (rm), a qual no meu sistema é chamada de "mars (minha impressora está conectada a um outro computador). |
|
rp=lp ou lp=/dev/lp0 |
Nome da impressora remota (rp), o qual é o nome da
impressora na maquina remota ("lp" em "mars"
na minha rede doméstica) o nome do dispositivo na maquina local. "/dev/lp0" é a primeira porta paralela no RH6.x (costumava ser /dev/lp1 no RH5.2, a numeração das portas paralelas mudou). |
|
if=/var/spool/lpd/lp/filter |
Filtro de entrada (if). Seu trabalho de impressão será formatado por este filtro antes de ser enviado para a impressora. |
|
sf |
Suprima o alimentador de formulário (sf) que é normalmente enviado quando a impressão termina (use-o se sua impressora continua a imprimir uma pagina em branco ao fim de cada serviço de impressão). |
A impressora é controlada usando-se o comando lpc (como root). Digite "?" para ver as opcoes. Este programa é notório por suas peculiaridades, assim não se sinta desencorajado facilmente. A fila da impressora pode ser vista com lpq e esvaziada com lprm , ambos funcionam para um usuário comum (não apenas root). Você pode imprimir a partir da linha de comando usando o comando lpr. No KDE, você pode controlar a fila da impressora a partir do programa disponível no meu "K"-"Utilities"-"Printer Queue".
Se você instalou sua impressora no KDE usando o printtool e ele tem um driver que funciona bem, configure o Word Perfect para imprimir usando o driver "passthru postscript".
Os arquivos de âmbito do sistema estão no diretório /etc. Definições especificas para um usuário são guardadas no diretório (home) do usuário /home/nome-de-login-do-usuário.
Eis uma listagem de alguns arquivos de configuração de âmbito do sistema que uso mais frequentemente:
PADRÕES do SHELL
/etc/bashrc - definições
de funções padrões e aliases para o shell bash
/etc/profile - definições para o shell
bash, incluindo variáveis de ambiente.
CONFIGURAÇÕES ADMINISTRATIVAS
/etc/passwd
- contem senhas e outras informações referentes aos
usuários registrados para usarem o sistema. Ele pode ser
modificado diretamente pelo root, mas é preferível usar
um utilitário de configuração tal como o passwd
para fazer as mudanças. Um arquivo /etc/passwd corrompido pode
tornar uma maquina linux inutilizavel.
/etc/shadow -
contem informações sombra para o arquivo
passwd, isto é, as peças de informações
as quais o mundo não tem permissão para ler.
/etc/group - similar ao /etc/passwd mas para grupos.
/etc/crontab - configuração para "cron",
o qual executa comandos periodicamente (por hora, diariamente,
semanalmente, ou mensalmente, etc.)..
/etc/inittab -
roda diferentes programas e processo na inicialização
do sistema.
/etc/isque - mensagem que acompanha o prompt
de login. Ele é frequentemente regravado pelo script rc.local.
/etc/issue.net - da mesma forma acima, mas usado o login
é feito a partir da rede.
/etc/motd - "mensagem
do dia", mostrada depois que o usuário faz o login.
/etc/rc.d/rc.local - o ultimo script a ser executado na
inicialização do sistema. Eu coloco os comandos os
quais customizam minha maquina local no fim deste arquivo.
Ele funciona com o arquivo DOS "autoexec.bat".
CONFIGURAÇÃO DE REDE
/etc/hosts -
contem uma lista de nomes de computadores(hosts) e endereços
IP absolutos.
/etc/hosts.allow - computadores(hosts)
cujo acesso a serviços da máquina é permitido
/etc/hosts.deny - computadores(hosts) proibidos de usar
os serviços da máquina
/etc/resolv.conf -
lista de servidores de nomes de domínios (DNS) usados pela
máquina local
/etc/inetd.conf - configura o
daemon inetd paa dizer-lhe quais serviços TCP/IP sua maquina
deve rodar.
/etc/exports - especifica os
computadores(hosts) para os quais os sistemas de arquivos podem ser
exportados usando-se NFS (sistema de arquivo em rede. man exports
contem informações sobre como estabelecer as definições
neste arquivo para usuários remotos.
CONFIGURACAO DE HARDWARE
/etc/conf.modules -
definição dos módulos do kernel linux. Os
módulos são como drivers de dispositivos (device
drivers) no MS Windows ou DOS.
/etc/fstab - contem
informações sobre partições e sistemas de
arquivos usados pelo sistema para montar diferentes partições
e dispositivos na arvore de diretórios.
/etc/mtab
- mostra os dispositivos que estão montados no momento e os
status dos mesmos.
/etc/lilo.conf - configuração
para o carregador de boot (carregador de sistema).
/etc/printcap
- definições de impressoras.
/etc/termcap
- Banco de dados ASCII definindo as capacidades e características
das diferentes consoles, terminais e impressoras. Tipicamente você
não precisa mudar nada nele.
/etc/X11/XF86Config
- arquivo de configuração do X-windows. Para XFree
versão 4.xx, o arquivo é /etc/X11/XF86Config-4.
Os dispositivos aparecem como arquivos no diretório /dev. Eles não podem ser lidos, ou gravados, se você tem a permissão para fazer isto. A listagem dos arquivos revela alguns detalhes mais importantes a respeito do dispositivo, por exemplo:
ls -l /dev/ttyS3
no meu sistema produz a seguinte saída:
crwxr-xr-x 1 root tty 4, 67 Mar 13 22:59 ttyS3
O "c" inicial indica um dispositivo de caracter, "b" indica um dispositivo de bloco, "p"=dispositivo FIFO, "u"=dispositivo de caracter não buferizado, "d"=diretório, "l"=link simbólico. Os números "4, 67" significam os números (maiores e menores) como estes dispositivos são referenciados pelo kernel.
Eis uma lista de alguns dispositivos comuns:
/dev/ttyS0 - a primeira porta serial. O mouse está
tipicamente conectado aqui.
/dev/ttyS1 - a segunda porta
serial. Este pode ser o dispositivo ao qual o seu modem está
conectado.
/dev/modem - o modem serial. No caso típico,
um link simbólico para /dev/ttyS1, /dev/ttyS2, /dev/ttyS3 ou
/dev/ttyS0, dependendo de qual porta serial a qual seu modem esteja
conectado.
/dev/mouse - mouse. No caso típico é
um link simbólico para /dev/ttyS0 ou similar(veja acima),
dependendo de qual porta serial a qual seu mouse esteja conectado.
/dev/lp0 - impressora na primeira porta paralela
/dev/lp1 - impressora na segunda porta paralela
/dev/fd0 - primeiro drive de disquetes
/dev/fd0H1440
- primeiro drive de disquete em modo de alta densidade. Geralmente,
ele é invocado na formatação de um disquete para
uma densidade particular Slackware também vem com drivers que
permitem a formatação de disquetes 3.5 com até
1.7MB de espaço. Red Hat e Mandrake não contem estes
dispositivos por default.
/dev/fd1 - segundo drive de
disquetes.
/dev/hda - primeiro disco IDE (o disco
inteiro).
/dev/hdb - segundo disco IDE(o disco inteiro).
/dev/hdc - o terceiro disco IDE (o disco inteiro). Em
muitas maquinas, o cdrom IDE está ligado aqui.
/dev/cdrom
- tipicamente um link simbólico para o disco apropriado, por
exemplo, /dev/hdc ou /dev/hdb.
/dev/hda1 - a primeira
partição do primeiro disco IDE. /dev/hda2 é a
segunda partição do primeiro disco IDE. E como se
poderia adivinhar, /dev/hdd8 seria a oitava partição do
quarto disco IDE.
/dev/tty1 - a primeira
console texto
/dev/dsp - audio digital, isto é, a
placa de som, "dsp" significa "digital signal
processing(processamento digital de sinal)".
/dev/sndstat
- execute cat /dev/sndstat para saber a respeito do status
de seus dispositivos de som.
/dev/null - usado quando
você quer enviar sua saída para lugar nenhum.
/dev/random - usado para ler números
pseudo-randômicos.
Para mais informações tente:
less
/usr/src/linux/Documentation/devices.txt
man MAKEDEV
De acordo com o explicado em /usr/src/linux/Documentation/devices.text, talvez seja necessário criar links simbólicos para os arquivos de dispositivos locais para configurar o sistema. Isto é simplesmente uma pratica existente e não constitui uma recomendação. Entretanto, se os links existem, eles devem ter os seguintes usos:
/dev/mouse Porta corrente do
mouse***
/dev/tape
Porta corrente do dispositivo de fita (DAT, streaming)
/dev/cdrom Dispositivo corrente
de CD-ROM***
/dev/cdwriter Dispositivo
corrente de gravador de CD-ROM
/dev/scanner
Dispositivo corrente de scanner
/dev/modem
Porta corrente para discagem por modem***
/dev/root
Sistema de arquivo root corrente
/dev/swap
Dispositivo corrente de swap
O *** marca os links simbólicos que certamente estão
presentes no meu sistema Mandrake. Por exemplo, se tivesse
problemas com mouse eu faria o seguinte (como root):
ls -l
/dev/mouse
[verifica se o dispositivo mouse está
presente e para qual dispositivo ele aponta]
ln -s /dev/ttyS0
/dev/mouse
Para dispositivos SCSI (e ATAPI), /dev/tape e /dev/cdrom devem apontar para os dispositivos pre=estabelecidos(/dev/st* e /dev/sr*, respectivamente), assim como /dev/cdwriter e /dev/scanner devem apontar para os dispositivos genéricos SCSI apropriados (/dev/sg*).
Sockets (canais de comunicação por software) não
transientes e named pipes podem existir em /dev.
As entradas mais comuns são:
/dev/printer
socket socket local para lpd
/dev/log socket
socket local para syslog
/dev/gpmdata
socket multiplexador gpm de mouse
Daemons são programas residentes que periodicamente acordam, verificam o sistema e executam algumas funções. Eles não precisam de nenhuma entrada e normalmente não produzem nenhuma saída. Seu sistema Linux é normalmente definido para rodar um numero de daemons. A maioria deles pode ser (de)selecionada rodando o programa ntsysv (RedHat) como root e marcando a caixa apropriada. Uma curta descrição de cada daemon está disponível sob netsysv pressionando-se <F1>. Se o daemon que você precisa não estiver listado em ntsysv, você precisa inserir seu CD de instalação RedHat/Mandrake e instalar o pacote apropriado. A alternativa para ative to ntsysv pode se tksysv (execute como root em um terminal X ), o qual talvez seja mais flexível, mas que pode ser mais complicado(ele permite que você defina a lista de daemons para rodar em cada nível de execução (runlevel). Uma outra, e até mais poderosa+flexível+difícil ferramenta de usar é /sbin/chkconfig.
Eis uma curta lista dos daemons mais populares:
anacron - verifica os trabalhos do `cron' que foram
abandonados em virtude do sistema estar fora e os executa. Muito útil
se você tem trabalhos de cron agendados mas sua maquina não
fica permanentemente ligada--anacron os detectará na
inicialização do sistema.
amd - deamon de
automount(automaticamente monta mídias removíveis).
apmd - Daemon para Gerenciamento Avançado de
Energia da BIOS. Para uso em maquinas, especialmente laptops, que
suportam apm.
arpwatch - mantém o registro do
pares de endereços ethernet/ip.
atd - roda
trabalhos colocados em uma fila pelo comando "at".
autofs
- controla a operação dos daemons automount(compete
com amd).
bootparamd - processo servidor que fornece
informações para clientes diskless (rede somente) para
que eles possam se inicializar.
crond - agendador
automáticos de tarefas. Gerencia a execução de
tarefas que são executadas em intervalos regulares mas não
frequentes, tais como o rodízio de logs, limpeza dos
diretórios de /tmp, etc.
cupsd - o daemon Unix
de sistema de impressão (CUPS). CUPS é um sistema
avançado de spool de impressão que permite a definição
de opcoes de impressoras e disponibilidade automática de uma
impressora configurada em um servidor na rede. É o sistema
padrão de impressão do Linux Mandrake.
dhcpd
- implementa o Protocolo de Configuração Dinâmica
de Hosts (DHCP) e o Protocolo de inicialização Internet
(BOOTP).
gated - daemon de roteamento que manuseia
múltiplos protocolos de roteamento e substitui o routed e o
egpup.
gpm - é um útil servidor de mouse
para aplicações em console texto Linux.
httpd
- daemon o servidor de paginas Apache.
inetd - escuta
pedidos de serviços em conexões de rede,
particularmente serviços de dial-in. Este daemon pode
automaticamente carregar e descarregar outros daemons(ftpd, telnetd,
etc.), conseguindo assim uma economia de recursos do sistema.
isdn4linux - para usuários usando placas
ISDN.
kerneld - carrega e descarrega automaticamente
módulos do kernel.
klogd - é o daemon que
intercepta e mostra/registra as mensagens do kernel dependendo do
nível de prioridade das mensagens. As prioridades são
(copiado de /usr/include/linux/kernel.h ):
KERN_EMERG
"<0>" sistema não usável
KERN_ALERT "<1>"
ação deve ser executada imediatamente
KERN_CRIT
"<2>" condições criticas
KERN_ERR
"<3>" condições de erro
KERN_WARNING "<4>"
condições de advertência
KERN_NOTICE "<5>"
normal mas é uma condição significativa
KERN_INFO
"<6>" informação somente
KERN_DEBUG "<7>"
mensagens de nível de debug
As mensagens
tipicamente vao para os arquivos de nomes apropriados no diretório
/var/log.
kudzu - detecta e configura inclusões ou
alterações do hardware durante a inicialização.
keytable - carrega uma mapa selecionado de teclado.
linuxconf - a ferramenta de configuração
linuxconf. A parte automatizada é rodada se você quiser
que o Linuxconf execute varias tarefas em tempo de
boot(inicialização) para manter a configuração.
lpd - deamon de impressão.
mcserv -
programa servidor para sistema de arquivo em rede Midnight Commander.
Ele provê acesso ao sistema de arquivo do host para clientes
que estejam rodando o sistema de arquivos Midnight(correntemente
somente o gerenciador de arquivos Midnight Commander). Se o programa
é rodado como root ele tentará conseguir uma porta
reservada, caso contrario, ele usará a porta 9876. Se o
sistema estiver executando um mapeador de portas, então a
porta será registrada com este mapeador e dai os clientes
automaticamente se conectarão a porta correta. Se o sistema
não tem um tal mapeador, então uma porta deve ser
manualmente especificada com a opção -p (veja
abaixo).
named - o daemon de servidor de nomes de
domínio (DNS).
netfs - o montador de sistemas de
arquivo em rede Usado para montar nfs, smb e recursos ncp em tempo de
boot(inicialização).
network -ativa todas as
interfaces de rede em tempo de boot chamando os scripts do diretório
/etc/sysconfig/network-scripts
nfsd - usado para
exportar recursos nfs quando requeridos por sistemas remotos
nfslock
- executa/cancela o serviço de travamento de arquivos nfs
numlock - trava a tecla numlock na mudança de
nível de execução(init runlevel).
pcmcia
- serviços genéricos para cartões pcmcia em
laptops.
portmap - necessário para Remote
Procedure Calls(chamadas a códigos executáveis remotos)
postfix - agente para transporte de correios substituto
do sendmail. Agora é o padrão em instalações
desktop do Mandrake(Redhat usa o sendmail).
random -
salva e restaura o conjunto de entropias para uma maior
qualidade na geração de números randômicos.
routed - gerencia tabelas de roteamento
rstatd
- servidor de estatísticas do kernel
rusersd,
rwalld - identificação de usuários e
serviço de envio de mensagens "wall" para usuários
remotos.
rwhod - servidor que mantém o banco de
dados usado pelos comandos rwho(1) e ruptime(1). Sua operação
depende da habilidade dos equipamentos em propagar mensagens pela
rede.
sendmail - agente de transferencia de correio.
Este é o agente que vem com o Red Hat.
smbd -
o daemon SAMBA (ou smb), um serviço de conectividade de rede
para computadores MS Windows de sua rede(compartilhamento de discos,
impressoras, etc).
squid - Um proxy http com cache. Os
proxies intermediam pedidos de cliente para o mundo externo, e
devolvem os resultados. Você deve usar este proxy em
particular se você quiser que sua maquina Linux aja como uma
interface entre a Internet e outros computadores em sua rede. Uma
outra forma(e provavelmente mais segura, em casa) de fazer isto, é
configurar masquerading(mascaramento).
syslogd -
gerencia o registro de atividades do sistema. O arquivo de
configuração é /etc/syslog.conf.
smtpd
- Protocolo de transferencia de correios, projetado para a troca de
mensagens de correio eletrônico. Diversos daemons suportam
SMTP e estão disponíveis, incluindo-se ai o sendmail,
smtpd, rsmtpd, qmail, zmail, etc.
usb - daemon para
dispositivos USB .
xfs - servidor de fontes do X
xntpd
- encontra o servidor de um domínio NIS e armazena a
informação em um arquivo de associação
ypbind - associador do NIS. ;Necessário se o
computador faz parte de um domínio NIS(Network Information
Service [serviço de informação de rede]).
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