LINUX NEWBIE ADMINISTRATOR GUIDE
ver. 0.154 2001-09-02 by Stan, Peter and Marie Klimas

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Copyright (c) <1999,2000,2001> by Peter and Stan Klimas. Sua resposta, comentários, correções, e melhorias são apreciados. Envie-os para linux_nag@canada.com Este material pode ser distribuído somente sob os termos e condições estabelecidas pela Open Publication License, v1.0, 8 ou posterior http://opencontent.org/openpub/ com as modificações estabelecidas em lnag_licence.html.





Parte 4.2: Linux Newbie Administrator FAQ - Acessando meus discos


Conteúdo:
4.2 Acessando meus discos
   4.2.1 Onde estão meus discos?
   4.2.2 Como posso acessar meu CDROM?
   4.2.3 Como montar um disquete, um zip drive, uma partição DOS, ou um disco da rede?
   4.2.4 Como montar um sistema de arquivos MS Windows remoto através do Samba?
   4.2.5 Existe alguma maneira rápida de se ter acesso a um arquivo em um disquete DOS/Windows?
   4.2.6 A montagem funciona quando eu sou root. Um usuário normal pode fazer o mesmo?
   4.2.7 Os comandos de montagem são muito longos, como posso simplifica-los com um alias?
   4.2.8 Como posso fazer montagens automaticamente?
   4.2.9 Como fazer para que meu zip drive seja reconhecido?
   4.2.10 Como fazer para que o IO de disco seja feito em 32-bits?
   4.2.11 Eu atingi o limite máximo de numero máximo de arquivos abertos (mensagem de erro)
   4.2.12 Acrescentei um novo disco ao sistema. Como fazer para usa-lo?
   4.2.13  Espaço de swap
     4.2.13.1 Partições de swap
     4.2.13.2 Arquivos de Swap


4.2 Acessando meus discos

4.2.1 Onde estão meus discos?

O Linux mostra todos os diretórios em uma arvore de diretório, não importando em quais discos/hardware eles são encontrados. Geralmente, esta é uma solução melhor que o modelo tradicional DOS -- ele abstrai completamente o sistema de arquivos do hardware que o suporta. Você apreciará isto se você tiver que refranja ou expandir seu hardware ou adicionar novos recursos de rede. Mas, para os usuários que estão acostumados com o modo DOS de tratar com os discos isto adiciona alguma complexidade.
Para ser breve, ano procure por discos como letras(tal como no DOS). Não existe nenhuma no Linux; o conteúdo de seus discos aparecem como subdiretórios em seu único sistema de arquivos Linux(árvore de diretórios). Por default, o conteúdo de uma mídia removível não aparece automaticamente nestes subdiretórios - - você tem que “montar” seus drives. Veja as próximas respostas para obter mais detalhes. Você pode também desmontar um drive antes de ejetar a mídia(disquete, CDROM, disco zip,etc.)
Você pode ter acesso(ler e gravar) a uma variedade de drives e sistemas de arquivos sob o Linux. Isto inclui partições nativas Linux, partições DOS e MS Windows (em discos e disquetes), discos ZIP e JAZZ, e discos CDROM. Muitos sistemas de arquivos menos comuns são também suportados. Isto significa que você pode baixar seu software Linux usando Netscape para Windows, salvar o arquivo baixado em sua partição Windows, e então iniciar a maquina em Linux e copiar o arquivo salvo na partição Windows para a partição Linux,e finalmente instalar o software sob Linux.

4.2.2 Como posso ter acesso a meu CDROM?

Monte-o. A montagem adiciona todos os diretórios e arquivos de seu CD a sua arvore de diretórios Linux de forma que você possa facilmente ter acesso a eles sem a letra do disco.
Como root, você pode montar o CDROM com um comando igual a este:
mount -t auto /dev/cdrom /mnt/cdrom
Se funcionar, o conteúdo de seu CD aparece no diretório /mnt/cdrom
Possivelmente este comando não funcionará imediatamente - - você tem que custodia-lo. Eis como ele funciona.
O comando diz ao sistema operacional para montar um sistema de arquivos detectando automaticamente o seu tipo. ("-t auto"). O dispositivo é /dev/cdrom. O ponto de montagem (o diretório onde a montagem será feita) é /mnt/cdrom. Este diretório deve existir e estar vazio. Se ele não existir, crie-o com:
mkdir /mnt/cdrom
Se o comando de montagem falhar, tenha certeza que o dispositivo /dev/cdrom existe. Se ele não existe, onde está o seu CDROM? Possivelmente ele será algo como /dev/hdb se você tem um CDROM IDE. Tente /dev/hdb ao invés de /dev/cdrom no comando mount acima. Se isto falhar, você pode tentar /dev/hdc ou /dev/hdd, se o seu CD é um CDROM IDE. Se nenhum destes dispositivos for seu CDROM, talvez você não tenha um CDROM IDE e sim um SCSI. Então tente /dev/sda1, /dev/sda2, etc. ["hda" é o drive master da primeira controladora IDE, "hdb" é o drive escravo(slave) da primeira controladora IDE, "hdc" é o drive master da segunda controladora IDE (se você tem duas controladoras IDE em seu computador), hdd é o drive escravo em sua segunda controladora IDE, "sda" é a primeira interface SCSI interface e o numero é o numero de identificação do dispositivo SCSI]
É uma boa idéia ter um dispositivo /dev/cdrom por que alguns programas assumem que ele existe. Se ele não existe em seu sistema, você pode cria-lo como um link simbólico usando, por exemplo:
Se seu cdrom está no dispositivo /dev/hdb.
ln -s /dev/hdb /dev/cdrom
Se você não pode montar por que ocorre a mensagem "the device is already mounted or directory busy", talvez o ponto de montagem t /mnt/cdrom seja seu diretório corrente. Você tem que mudar de diretório para algum outro para então poder monta-lo: por exemplo, mude o diretório corrente para o diretório raiz executando o comando :
cd /
Para desmontar um CD montado, saia do diretório /mnt/cdrom e execute como root:
umount /mnt/cdrom
Seu CDROM pode se recusar a ejetar a mídia se ele não estiver desmontado. Você pode também ter problemas em montar o próximo CD se o anterior não foi desmontado. Se você não pode desmontar por que recebe a mensagem "the device is busy"(o dispositivo está ocupado), talvez /mnt/cdrom (ou qualquer subdiretório sob ele) seja seu diretório corrente Você precisa mudar seu diretório corrente para algum outro lugar para que possa desmontar o dispositivo.

4.2.3 Como montar um disquete, um zip drive, uma partição DOS/Windows, ou um disco da rede?

Na maioria das vezes da mesma forma que um CDROM--veja a resposta anterior se você não a leu.
Disquete. Eu posso montar meu disquete (como root) com:
mount -t auto /dev/fd0 /mnt/floppy
Novamente, tenha certeza que o diretório /mnt/floppy exista e que esteja vazio. /mnt/floppy/ também não pode ser seu diretório corrente.
Após a montagem, os arquivos do disquete aparecem no diretório /mnt/floppy/ . Todos os usuário estarão aptos a lerem os arquivos, mas somente o root será capaz de modificar/remover os arquivos. Por favor, leia adiante se você quer que seus usuários sejam capazes de gravar no disquete.
Para desmontar um disquete(você “deve” fazer isto antes de retirar o disquete!) execute:
umount /mnt/floppy
Se você não pode desmontar por que recebe a mensagem "the device is busy"(o dispositivo está ocupado), talvez o diretório /mnt/floppy/ seja o seu diretório corrente. Saia dele executando (por exemplo):
cd
o qual fará com que o diretório corrente seja o seu diretório (diretório home do seu usuário).
Zipdrive.  Eu monto o zip drive externo da porta paralela (emulação scsi) com:
mount -t vfat /dev/sda4 /mnt/zipdrive
O "-t vfat" é usado aqui por os discos zip vem preformatados com o sistema de arquivos vfat, o qual é o sistema de arquivos do MS Windows com suporte a nomes longos. Você não será capaz de ejetar o disco sem desmonta-lo. Novamente, o diretório deve existir, estar vazio, e não deve ser seu diretório corrente(veja a resposta anterior).
Eu posso montar um zipdrive interno l IDE com o comando:
mount -t vfat /dev/hdd4 /mnt/zipdrive
Em meu sistema, este é o segundo drive na segunda controladora IDE, dai o hdd - - substitua-o com "hdb" ou "hdc" se necessários em seu sistema.
Uma dica de Alvaro Reguly <alvaro@reguly.net>.  "Eu tenho um Zip Drive ATAPI (reconhecido como ATAPI Floppy) e para fazê-lo funcionar com Linux Debian e kernel 2.4.3 eu tive que mudar minha configuração de BIOS de "Autodetect" para "None" (o canal correspondente ao Zip, claro) e monta-lo usando
mount -t vfat /dev/hdb
(sem o 4 no final!) "
Todos os zipdrives (internos SCSI e IDE, externos SCSI e porta paralela) exceto o USB são suportados pelo Linux (April 1999). Veja adiante neste capitulo informação sobre como manualmente carregar um modulo(driver) para zipdrives se algum não for carregado automaticamente em seu sistema.
Partição DOS/Windows. Eu uso um sistema dual-boot em meu computador onde posso inicia-lo usando ou Linux ou MS Windows. Eu posso ter acesso a arquivos da partição DOS/Windows depois de monta-la com o seguinte comando
mount -t vfat /dev/hda1 /mnt/dosdrive
Novamente, você precisa customizar este comando de acordo com a partição onde o seu sistema de arquivos DOS reside. O "hda1" significa a o primeiro disco IDE(hda), primeira partição(1); "hda2" é o primeiro disco IDE, segunda partição; "hda3"--o primeiro disco IDE, terceira partição; "hdb1"--segundo disco IDE, primeira partição (ou simplesmente "hdb" se o CDROM estiver instalado como escravo em sua primeira controladora IDE). "hdc" é o terceiro disco, hdd é o quarto disco IDE. Discos SCSI podem ter nomes análogos mas se iniciam com as letras "sd", seguidas por uma letra indicando a interface SCSI interface, seguido por um numero indicando a identificação do dispositivo SCSI . Por exemplo, sda4 significa "primeira interface SCSI, número de identificação 4".
Para montar de forma que todos os usuários possam ler e gravar, você pode tentar:
mount -t vfat -o user,rw,exec,umask=000 /dev/hda1 /mnt/dosdrive
Este comando usa opções (-o user,rw,exec,umask=000) para dar absolutamente a todos as permissões para todos os arquivos na partição DOS /dev/hda1 (você deve primeiro se perguntar se fazer isto é realmente seguro em seu sistema). Se os usuários não podem ainda gravar nas partições, talvez as permissões no diretório de montagem precisem ser estabelecidas. Este comando (executado pelo root) estabelecerá as permissões no ponto de montagem /mnt/dosdrive de forma que todos os usuários possam ler, gravar e executar:
chmod a=rwx /mnt/dosdrive
Sistema de arquivo de Rede (Network File System, NFS). Isto é ótimo para acesso direto a arquivos que residem em outro computador Linux. Para montagem de um sistema de arquivos remoto como NFS, primeiro cheque se o serviço NFS está habilitado (use o programa setup). NFS também requer permissões do outro computador. Para configurar as permissões na maquina servidora, rode como root:
netconf
e ajuste a definição sob o menu "Exported File Systems".
Se você preferir fazê-lo manualmente, as permissões são estabelecidas no arquivo /etc/exports . O meu /etc/exports contem o seguinte:
/usr hacker(ro) mars(ro)
/home hacker(rw) mars(rw)
/mnt hacker(rw) mars(rw)
Isto permite que as maquinas chamadas hacker e mars montem os diretórios /usr/ (acesso de leitura somente), /home e /mnt (leitura e gravação).
Se você configurar adequadamente seu sistema NFS, você será agora capaz de montar um diretório de rede usando um comando como este:
mount -t nfs mars:/home /mnt/mars_home
Este comando monta o conteúdo do diretório /home/ da maquina chamada "mars" no diretório local /mnt/mars_home/ (o qual deve existir e estar vazio).
Muitos sistemas operacionais conhecem NFS, mas o MS Windows não conhece. Portanto compartilhamentos remotos do MS Windows tem que ser tratados de forma diferente. Veja a próxima resposta para obter detalhes.

4.2.4 Como posso montar um sistema de arquivos remoto MS Windows usando Samba?

Um sistema de arquivos remoto MS Windows pode ser montado em um sistema de arquivos Linux através do protocolo Samba (Samba deve estar instalado, vá aqui se ele não estiver). Como root, use um comando como este:
smbmount //mars/windows /mnt/mars_windows -c marie
Isto monta um recurso do MS Windows chamado windows da máquina MS Windows chamada mars. O ponto de carga no computador cliente é /mnt/mars_windows/ . A opção "-c" especifica que o servidor samba é uma maquina chamada marie (isto não seria necessário, mas no meu sistema é).
Para o comando acima funcionar, as permissões devem estar estabelecidas na maquina MS Windows para compartilhar o diretório ou o disco como um recurso. Para fazer isto, na maquina MS Windows, habilite o compartilhamento de arquivos usando o menu “painel de controle- rede”( "control panel-network"), e então execute o "Windows Explorer", clique com o botão direito no drive ou diretório a compartilhar, clique em propriedades, clique em compartilhamento, e dê a você mesmo a permissão e dê um nome ao recurso.
Para desmontar um diretório MS Windows use:
smbumount /mnt/mars_windows
Se você tiver problemas, veja:
man smbmount

4.2.5 Há uma maneira rápida de se ter acesso a arquivos em um disquete DOS/Windows?

Use "mtools", nenhuma montagem é requerida. Por exemplo, eu posso usar o comando mdir para rapidamente ver o conteúdo do diretório raiz do meu disquete DOS:
mdir a:\
Posso usar mcopy para copiar o arquivo "autoexec.bat" do diretório raiz do disquete para meu diretório corrente em Linux.:
mcopy a:\autoexec.bat .
Você tem que ser root para ser capaz de gravar no disquete.
Execute "mtools" para ver os comandos suportados no rico conjunto mtools, o qual emula a maioria dos comandos DOS mais populares (por exemplo, mformat, mtype, mren, mmove, mdel, mrd, mattrib, ...), e use as paginas de manuais se você tiver problemas ao usa-los. Por exemplo:
man mtype
mostrará como mostrar o conteúdo de um arquivo texto na partição DOS.
Para se ter acesso a drives DOS diferentes de a: ou b:, você tem que configurar mtools para indicar quais dispositivos estão associados com outras letras de drives DOS. Isto é rapidamente feito --você deve editar e modificar o arquivo /etc/mtools.conf . Tipicamente uso o editor pico para isto(como root):
pico /etc/mtools.conf
Por exemplo, meu arquivo /mtools contem a seguinte linha:
drive c: file="/dev/hda1"
a qual diz ao mtools que a partição "/dev/hda1" será chamada "c:" A definição do /etc/mtools.conf requer que seja descomentada (remoção do caracter "#" no inicio da linha) e ajustada a entrada apropriada.

4.2.6 A montagem funciona quando sou root. Um usuário normal pode fazer o mesmo?

Você tem que editar o arquivo /etc/fstab como root para dar aos usuários normais a permissão para montar um drive particular. Por exemplo, posso usar o editor pico para fazer isto :
pico -w /etc/fstab
A opção "-w" desliga a quebra de linhas longas.
Eis o conteúdo de meu arquivo /etc/fstab:
/dev/hda2 / ext2 defaults 1 1
/dev/hdc3 /home ext2 defaults 1 2
/dev/hdc2 /usr ext2 defaults 1 2
/dev/hdc4 swap swap defaults 0 0
/dev/fd0 /mnt/floppy auto noauto,users,rw 0 0
/dev/cdrom /mnt/cdrom auto noauto,user,ro 0 0
/dev/sda4 /mnt/zipdrive vfat noauto,user,rw,exec 0 0
/dev/hda1 /mnt/dosdrive vfat noauto,user,rw 0 0
none /proc proc defaults 0 0
hacker:/mnt/cdrom /mnt/hacker_cdrom nfs noauto,user,ro 0 0
hacker:/mnt/floppy /mnt/hacker_floppy nfs noauto,user,rw 0 0
hacker:/home /mnt/hacker_home nfs noauto,user,rw 0 0
hacker:/usr /mnt/hacker_usr nfs noauto,user,rw 0 0
Cada linha contem seis campos delimitados por brancos (isto significa que cada linha tem seis entradas separadas por espaços em branco). O primeiro campo é o nome do dispositivo. O segundo campo é o ponto de montagem (um diretório existente no seu sistema Linux no qual o recurso será montado). O terceiro é o tipo de sistema de arquivos.  Para mídias removíveis que podem conter sistemas de arquivos de diversos tipos, eu uso a opção "auto" para deixar que o Linux verifique qual sistema de arquivos está ali presente. (A ordem na qual os vários sistemas de arquivos são testados é determinada pelo conteúdo do arquivo /etc/filesystems . Você pode desejar se assegurar que ele especifica "vfat" antes de "msdos" caso contrario você não terá suporte a nomes longos de arquivos.) O quarto campo contem opções: "auto" = monte o sistema de arquivos durante a inicialização do sistema Linux; "rw" = leitura e gravação permitidos; "ro" = leitura somente, "user" = usuários que tem permissão para montar este sistema de arquivos(pode-se usar "users" para permitir que um usuário monte e um outro usuário desmonte--caso contrario somente o usuário que montou o sistema de arquivos poderá desmonta-lo), "exec" a execução de programas é permitida neste sistema de arquivos. O número no campo 5 especifica se o sistema de arquivos deve ser copiado (backup) durante a operação de backup do sistema, o número no campo 6 determina se a integridade do sistema de arquivos deve ser verificada durante a inicialização do sistema. As entradas relacionadas a “hacker” são sistemas de arquivos em um outro computador (chamado “hacker”) em minha rede e serve aqui como exemplo sobre como montar recursos de rede. Verifique man fstab para maiores informações.
Por exemplo, se usuários normais (não-root) tem as permissões para montar o cdrom(a opção "user" está especificada), eles podem monta-lo usando o seguinte comando:
mount /mnt/cdrom
O comando o qual root usa para montagem (veja aqui) não funcionará para um usuário normal por que o usuário normal está restrito pelas opções em /etc/fstab e portanto ele não pode especificar simultaneamente o dispositivo e o ponto de montagem.
Para um usuário normal ser capaz de gravar em um disco ou executar um programa nele, ele deve também ter a permissão apropriada no diretório que serve como ponto de montagem. Por exemplo, isto dará a todos os usuários todas as permissões(leitura, gravação, e execução) no diretório /mnt/floppy :
chmod a+rwx /mnt/floppy
Agora (a opção rw também foi especificada para o disquete em /etc/fstab) o usuário será capaz de gravar em um disquete. Se a opção "exec" foi habilitada no arquivo /etc/fstab, o usuário será capaz também de executar programas a partir do disquete.
Por favor, observem que o sistema de arquivos DOS vfat não conhece nada a respeito de permissões da forma que o Linux as usa. O Linux gerencia isto durante a montagem dando as permissões default no sistema de arquivos montado: o usuário que montou o sistema de arquivos é o dono de todos os arquivos e será dada a ele a permissão de gravar no sistema de arquivos(se “rw” foi especificado em fstab) mas outros usuários podem somente ler. Se você quer mudar este comportamento você deve usar a opção "umask=" de forma que a linha apropriada em seu arquivo /etc/fstab possa parece como este exemplo:
/dev/sda4 /mnt/zipdrive vfat noauto,users,rw,exec,umask=000 0 0
Isto dá absolutamente a cada usuário as todas as permissões em seu zipdrive(montagem, desmontagem, leitura, gravação, execução).
Para resumir, o arquivo /etc/fstab é o lugar para manter as opções default sobre como montar sistemas de arquivos e que tipo de acesso é permitido aos usuários. Você pode custodia-lo para simplificar a montagem em seu sistema O esquema default de montagem em Linux é restritivo de forma que seja seguro, você pode remover algumas restrições quando configurar o Linux em casa.

4.2.7 O comando de montagem é muito longo, como posso simplifica-lo com um alias.?

Um alias é uma abreviação de um comando mais complexo ou usado frequentemente.  Para criar aliases, eu edito, como root, o arquivo /etc/bashrc . Desta forma os aliases estão disponíveis para todos os usuários do sistema. (Para criar aliases específicos de um usuário, eu edito o arquivo .bashrc no diretório home do usuário.) A parte relevante de meu arquivo /etc/bashrc mostra o seguinte:
alias cdrom="mount -v /mnt/cdrom"
alias ucdrom="umount -v /mnt/cdrom"
alias dosdrive="mount -v /mnt/dosdrive"
alias udosdrive="umount -v /mnt/dosdrive"
alias zipdrive="mount -v /mnt/zipdrive"
alias uzipdrive="umount -v /mnt/zipdrive"
alias floppy="mount -v /mnt/floppy"
alias ufloppy="umount -v /mnt/floppy"
A opção "-v" significa "verbose", isto é, ela diz ao Linux para me dar algumas informações durante a montagem. Para que os aliases passem a funcionar o usuário deve sair e entrar novamente no sistema (logout e login). Agora o usuário pode montar o disquete usando este simples comando:
floppy
e ele pode desmonta-lo usando
ufloppy

4.2.8 Posso fazer a montagem automaticamente?

Sim, você pode automaticamente montar um sistema de arquivos a medida que você o acessa e desmonta-lo quando você deixar de usa-lo.  Isto funciona de forma similar ao que você já experimentou sob o MS Windows. Mais, se você usou mídia removível extensivamente sob DOS ou Windows,você deve ter notado que a automontagem não é inteiramente a prova de idiotas.
Existem dois utilitários para automontagem em Linux, e eles são chamados “supermount” e “automount”.
Supermount. O Mandrake 7.2 dá a você a opção de usar "supermount" como uma opção de configuração do sistema.  Assim, a forma mais simples de conseguir o "supermount" é instalando o último Mandrake e selecionar esta opção. Meu arquivo /etc/fstab em um computador rodando o Mandrake pode conter as seguintes linhas:
/dev/hda3 / ext2 defaults 1 1
none /dev/pts devpts mode=0620 0 0
/dev/hda4 /home ext2 defaults 1 2
/mnt/cdrom /mnt/cdrom supermount fs=iso9660,dev=/dev/cdrom 0 0
/mnt/floppy /mnt/floppy supermount fs=vfat,dev=/dev/fd0 0 0
/mnt/zip /mnt/zip supermount fs=vfat,dev=/dev/zip 0 0
none /proc proc defaults 0 0
/dev/hdb2 /usr ext2 defaults 1 2
/dev/hdb5 swap swap defaults 0 0
No exemplo acima, você pode notar que eu selecionei 3 sistemas de arquivos para o supermount: cdrom, disquete e zipdrive. Eu posso editar o arquivo /etc/fstab manualmente (por exemplo, com pico) ou usar o comando supermount para customizar o supermount para minhas necessidades.
Automount. Para configurar o "automount", eu primeiro executo o programa ntsysv (como root) e me asseguro que o serviço automount (“autofs”) esteja habilitado.
Então, configuro automount editando o arquivo /etc/auto.master e /etc/auto.misc, (como root):
pico /etc/auto.master
Meu arquivo /etc/auto.master contem o seguinte:
/misc /etc/auto.misc --timeout 1
Isto significa que meus dispositivos automount serão montados no diretório /misc (o qual deve existir e estar vazio). Meus dispositivos de automount serão automaticamente desmontados um segundo depois de deixar de usa-los(por exemplo, depois que eu sair do diretório). Este é um tempo curto - - você pode selecionar um mais longo. O arquivo de configuração detalhada é /etc/auto.misc . Eis o meu:
kernel -ro,soft,intr ftp.kernel.org:/pub/linux
cdrom -fstype=auto,ro :/dev/cdrom
floppy -fstype=auto,rw :/dev/fd0
zipdrive -fstype=vfat,rw :/dev/sda4
dosdrive -fstype=vfat,ro :/dev/hda1
hacker_cdrom -fstype=nfs,ro hacker:/mnt/cdrom
hacker_floppy -fstype=nfs,rw hacker:/mnt/floppy
hacker_usr -fstype=nfs,ro hacker:/usr
Cada linha consiste de 3 campos delimitados por espaços. O primeiro campo é a “chave” a qual será o nome do subdiretório (sob /misc) onde o dispositivo será montado. Este diretório NAO deve existir. Ele não será visível quando eu usar o comando ls , mas eu posso executar o comando "cd" para entrar nele e o meu dispositivo será então montado. Não me pergunte por que é assim, e como usar o automount em uma interface gráfica. Eu não sei. As linhas relacionadas a hacker no arquivo auto.misc é o cdrom e o disquete de um outro computador em minha rede doméstica.
Eu uso o diretório /misc (e não o /mnt) para o automount de forma que eu posso montar sistemas de arquivos manualmente no diretório /mnt sem usar o automount.

4.2.9 Como faço para que meu zipdrive externo (de porta paralela) seja reconhecido?

RedHat 6.0 e 6.1  A instalação do zipdrive (zip100 drive) não funcionou durante meu upgrade para RedHat 6.0 (o programa de instalação disse que ele não tinha encontrado o zipdrive). Assim, depois que a instalação terminou, eu executei os seguintes comandos para inserir os módulos para zip drive de porta paralela dentro do kernel(como root):
/sbin/insmod parport
/sbin/insmod ppa
Para fazer com que estas duas linhas fossem executadas automaticamente após cada inicialização do sistema, eu as adicionei ao fim do arquivo /etc/rc.d/rc.local (este arquivo é algo parecido com o autoexec.bat no DOS).
Se isto não funcionar para você, você pode editar o arquivo /etc/conf.modules.  O meu contem a seguinte linha:
alias parport_lowlevel parport_pc
e não há nenhuma linha mencionando o modulo "ppa".
Para o modelo mais recente, o Zip250, eu tenho as seguintes duas linhas executadas a partir de meu arquivo /etc/rc.d/rc.local:
/sbin/insmod parport
/sbin/insmod imm
 

4.2.10  Como faço para estabelecer o modo 32 bits em operações de I/O?

As distribuições Linux mais recentes(por exemplo, Mandrake 7.0) podem automaticamente estabelecer a otimização de disco: 32 bits I/O e acesso direto a memória (DMA). Eis como fazer a otimização do disco manualmente (Baseado em http://hardwarezone.community.com.sg/main.htm por Edward Choh.)
Este procedimento funcionou para mim, mas fique avisado que ele pode possivelmente danificar o conteúdo de seu disco, assim , não o execute é um novato realmente - - eu não posso garantir que ele funcionaria para você.
A habilitação do I/O em modo de 32 bits e do DMA tem que ser feita por root, e eu o fiz em modo mono-usuário(para minimizar o dano ao sistema de arquivo se alguma coisa saísse errada e eu tive que reiniciar a maquina) Eu definitivamente não o faria em um sistema rodando muitos programas ou X-windows, e teria uma copia de segurança de quaisquer arquivos mais preciosos.
Para iniciar seu computador em modo mono-usuário, digite isto no prompt do lilo:
linux single
Digamos que eu gostaria de habilitar o I/O em 32 bits no primeiro disco IDE, o qual é “hda”. Primeiro, verifico a performance atual do disco e anoto o resultado.:
hdparm -t /dev/hda
Agora, exibo as minhas definições atuais de I/O e DMA:
hdparm -c /dev/hda
[meu sistema mostrou 0, significando que o I/O em 32 bits está desligado e o modo padrão de I/O em 16 bits está sendo usado]
hdparm -d /dev/hda
[meu sistema mostrou 0 novamente, significando que o acesso DMA do disco está desligado].
Agora eu ligo o I/O em 32 bits e o DMA:
hdparm -c 1 /dev/hda
hdparm -d 1 /dev/hda
Agora, eu verifico a performance do disco novamente para compara o score com aquele anotado antes:
hdparm -t /dev/hda
Se tudo funcionou bem, e a performance melhorou, eu posso fazer com que a definição permaneça mesmo após um reset de software.:
hdparm -k 1 /dev/hda
Para fazer com que estas novas definições fiquem valendo a cada inicialização do sistema, pode-se adicionar uma linha ao fim do arquivo /etc/rc.d/rc.local (este arquivo é algo parecido com AUTOEXEC.BAT no DOS):
hdparm -c 1 -d 1 -k 1 /dev/hda
Se alguma coisa não funcionou como esperado, ou a performance não melhorou, eu posso reiniciar o sistema a qualquer tempo e as definições anteriores estarão valendo.
Eu apliquei este procedimento em 4 discos de minha rede domestica. Foi um sucesso em 3 discos mais novos: a performance melhorou de 30 a 300% e no mínimo um computador “se sente” mais rápido que antes. Um disco (o qual sempre foi sujeito a critica) travou o sistema no teste de performance e tive que que resetar a maquina (nenhum dano aconteceu).

4.2.11  Atingi o limite de número máximo de arquivos abertos(mensagem de erro)

Você pode aumentar o limite via sistema de arquivos /proc Este sistema de arquivos é inteiramente virtual - - ele é apenas uma janela para ver ou definir algumas partes do kernel Linux.   Para ver o numero máximo de arquivos simultaneamente abertos em meu sistema eu uso o seguinte comando:
echo /proc/sys/fs/file-max
Em meu sistema(Mandrake 7.2), o limite é 8192. Para aumenta-lo, eu uso (como root):
echo 16000  > /proc/sys/fs/file-max
Você pode também aumentar o limite em uma variável relacionada ao kernel:
echo 30000 > /proc/sys/fs/inode-max
Para tornar as mudanças permanente, adicione as linhas acima ao final de seu arquivo /etc/rc.d/rc.local
Para aprender mais a respeito da interface /proc do kernel Linux, o significado das variáveis que ele contem, e seus valores recomendados, você pode ler (se você instalou o código fonte do kernel Linux, o qual é um grande recurso mesmo para um novato):
less /usr/src/linux/Documentation/proc.txt

4.2.12. Acrescentei um novo disco ao computador. O que faço para começar a usa-lo?

0. Planeje a divisão considerando os sistemas de arquivos que ele deverá conter
1. Particione o novo disco
2. Formate as novas partições
3. Teste o novo espaço.
4. Copie os dados de uma partição antiga para uma nova(opcional)
5. Edite /etc/fstab
6. Reinicie a máquina
7. Remova os dados antigos(opcional)
Eis uma versão mais longa para minha receita.
0. Planeje a divisão. Onde você gostaria de usar o novo espaço? Execute df para exibir um sumario do espaço livre/usado nas partições existentes montadas. Execute du nos diretórios selecionados para verificar seus tamanhos.
Por exemplo, eu consideraria de usar o novo espaço em um dos seguintes pontos de montagem:
/usr/local
/home
/home/share/downloads
/usr/local/mp3s
/usr/local/dos_data
Eis aqui o por que.
/usr/local se supõe sobreviver a qualquer upgrade do Linux. É bom te-lo em uma partição separada por que eu posso até reformatar outras partições sem afetar meu conteúdo local residente em /usr/local. Eu certamente quero o tipo "ext2" ou talvez "reiserfs".
/home contem dados de usuários. Certamente, é o dado que requer maior cuidado. É obvio supor que ele deva sobreviver a qualquer upgrade do Linux. Obviamente eu o quero em uma partição separada. O tipo é normalmente "ext2" ou "reiserfs".
/usr/local/mp3s é um diretório não padrão Linux. Eu posso guardar meus arquivos MP3(música) ali. Eles tendem a ocupar muito espaço.
/usr/local/dos_data. Um outro diretório não padrão. Se eu uso um boot dual, eu consideraria de fazer uma partição extra do tipo "DOS FAT32" ou similar de forma que possa compartilhar arquivos entre MS Windows e Linux transparentemente(em ambos os sistemas). Eu configuraria todos os programas baseados em Windows para usar este “drive” como o local padrão para todos os arquivos gerados pelos usuários. Eu poderia mesmo ter "mp3s", "cds" e outros diretórios neste local. O problema sério desta abordagem - - MS Windows pode insistir “em implicar “ com esta partição na reinstalação.
1. Particione o novo disco. Por exemplo, se meu novo disco é o escravo da segunda controladora IDE(talvez o quarto disco IDE), eu poderia usar:
cfdisk /dev/hdd
ou a ferramenta mais antiga (e padrão):
fdisk /dev/hdd
se seu disco não é "hdd" ajuste o comando acima como necessário.
hda -- primeiro disco master (disco inteiro)
hdb -- primeiro disco escravo
hdc -- segundo disco master ide
hdd -- segundo disco escravo ide
sda -- primeiro disco scsi(disco inteiro)
sdb -- segundo disco scsi (disco inteiro)
...
sdp -- decimo-sexto disco scsi (disco inteiro)
Para outros discos consulte /usr/src/Linux/Documentation/devices.txt.
Na maioria das vezes, eu quero que minhas partições Linux sejam do tipo ext2(“Linux”).
O particionamento pode ter algumas sutilezas - - se você nunca fez um antes, leia man fdisk e man cfdisk. É muito fácil deletar uma partição com todos os seus dados. Tenha certeza de que você sabe em qual disco está trabalhando!
fdisk ou cfdisk não faz nenhuma mudança no disco até que ele grave o novo mapa de partições. Assim, se eu cometer um erro, eu posso sair sem gravar, eu somente gravo o novo mapa quando estiver tudo concluído.
2. Formate cada partição. Por exemplo, para formatar a primeira partição enquanto pesquisa por blocos defeituosos(-c) eu executo:
mkfs -c -t ext2 /dev/hdd1
3. Teste as novas partições. Monte as novas partições manualmente. Copia qualquer quantidade de arquivos para cada partição. Veja e edite uma dupla de arquivos quaisquer. Delete-os.
4. Copie os dados. Opcional -- somente se você gostaria de mover os dados de uma partição antiga para uma nova partição. Vá para modo mono-usuário (init 1). Monte a nova partição manualmente. Copie os dados da partição antiga para a nova. Seja cuidadoso com o dado antigo, você provavelmente não quer perde-lo se você cometer um erro, por isto eu não o deletaria ainda - - eu trocaria o nome do topo da arvore apropriadamente. Por exemplo,
cp -R /usr/local/ /mnt/hdd1/
mv /usr/local/ /usr/local.old.backup_of_2001-04-21
5. Edite o arquivo /etc/fstab. Modifique-o para refletir seu novo sistema de arquivos. Talvez, você irá inserir o ponto de montagem para a(s) nova(s) partições ou modificar pontos de montagens antigos de acordo com o necessário. Por exemplo, se mover /usr/local para sua própria partição eu necessitaria adicionar a seguinte linha:
/dev/hdd1 /usr/local ext2 defaults 1 2
6. Reiniciar e testar. A alternativa para reiniciar é desmontar o antigo e montar os novos pontos de montagem. Por exemplo,
umount /usr/local
mount -a
mas a inicializaçào do hardware pode ser um teste mais rigoroso do novo layout.
7.  Remova o dado antigo. Depois de uns poucos dias, quando estou seguro que tudo está realmente funcionando ok, eu deleto o dado antigo que eu copiei para o novo local.
 

4.2  Espaço de Swap

O Swap é uma extensão da memória física do computador. Normalmente você cria uma partição de swap durante a configuração inicial do.  Você pode verificar a quantidade de espaço de swap disponível em seu sistema usando:
cat /proc/meminfo
A recomendação geral é que se deve ter no mínimo 4 MB de espaço de swap, no mínimo 32 MB total de memória(física + swap) para um sistema rodando na linha de comando somente (sem X-windows), no mínimo 64MB de memória total (física + swap) para um sistema rodando um sistema com X-windows, e espaço de swap no mínimo 1,5 vezes maior que a quantidade de memória física no sistema.
Se isto parece muito complicado você pode ter um espaço de swap duas vezes maior que sua memória física, mas não menos de 64 MB. Se você precisar alterar o seu swap aqui vão algumas informações básicas.

4.2.1 Partições de swap.

Você pode ter varias partições de swap. [Os kernels Linux mais antigos limitavam o tamanho de cada partição de swap até aproximadamente 124MB, mas os kernels 2.2. e acima não tem esta restrição] Aqui estão os passos para criar e habilitar uma partição de swap:
- Crie a partição no tamanho apropriado usando fdisk (tipo de partição 82, "Linux swap").
- Formate a partição procurando por blocos defeituosos, por exemplo:
mkswap -c /dev/hda4
Você tem que substituir /dev/hda4 com o nome de sua partição de swap. Como eu não especifiquei o tamanho da partição, ele será automaticamente detectado.
- Habilite o swap, por exemplo:
swapon /dev/hda4
Para ter o espaço de swap habilitado automaticamente na inicializaçào do sistema você tem que incluir a entrada apropriada no arquivo /etc/fstab, por exemplo:
/dev/hda4 swap swap defaults 0 0
Se você precisar desabilitar o swap, você poderá fazê-lo com (como root):
swapoff /dev/hda4

4.2.2 Arquivos de swap

O swap com arquivos é normalmente mais lento que o swap para partições de swap, porisso esta não é uma técnica recomendada de swap permanente.  A criação de um arquivo de swap, entretanto, pode ser uma solução rápida se você precisa temporariamente de mais espaço de swap. Você pode ter até 8 arquivos de swap, cada um com o tamanho de até 16 MB Eis os passos para se criar um arquivo de swap:
- Crie um arquivo com o tamanho de seu arquivo de swap desejado:
dd if=/dev/zero of=/swapfile bs=1024 count=8192
Isto cria fisicamente o arquivo de swap /swapfile, o tamanho do bloco é 1024 bytes, o arquivo contém 8192 blocos, o tamanho total é cerca de 8MB. [O comando dd copia arquivos. No exemplo acima, o arquivo de entrada (if) foi /dev/zero, o arquivo de saída (of) foi /swapfile . Você não pode usar o comando cp (copy) para criar um arquivo de swap por que o arquivo de swap deve ser fisicamente um espaço contíguo no disco.]
- Defina o arquivo com o comando:
mkswap /swapfile 8192
- Force a gravação do cache para disco usando o comando:
sync
- Habilite o swap com o comando:
swapon /swapfile
Quando você não precisar mais deste arquivo de swap, você poderá desabilita-lo e remove-lo:
swapoff /swapfile
rm /swapfile
Você pode obter boas informações escritas pelo próprio Linus Torvalds:
man mkswap


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